Advogada evangélica testemunha que sua luta contra o câncer trouxe oportunidade de transformar vidas: “Quem tem o poder é Deus”

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A luta pela cura de uma doença envolve a medicina e todo seu conhecimento, mas principalmente a fé. Esse é o recado da advogada evangélica Adriana Zurita, que aos 50 anos, descobriu um câncer, e há três, luta contra a doença.

Adriana, evangélica desde os 33 anos, era uma advogada bem sucedida – cuidava de mais de 40 escritórios em todo o Brasil – e entende que a doença trouxe um novo prisma para sua vida: “Nunca tive tempo para nada. Eu só trabalhava. Não via minha filha e minha família. Me descuidei. Deus estava dando um sinal de que eu precisava descobrir um novo estilo de vida”, afirma.

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Homem tem tumor do tamanho de bola de golfe retirado do cérebro

Exames mostraram um tumor do tamanho de uma bola de golfe no cérebro de Wheatley Foto: The Grosby Group

Exames mostraram um tumor do tamanho de uma bola de golfe no cérebro de Wheatley
Foto: The Grosby Group

Graças ao comentário de um estranho, o britânico Richard Wheatley descobriu que sua voz rouca e a dificuldade para engolir saliva eram alguns sintomas causados por um tumor no cérebro. Há seis anos, ele ouviu de um estranho que sua voz estava mudando conforme falava, o que o levou ao médico para confirmar o diagnóstico: um tumor do tamanho de uma bola de golfe que, se não fosse descoberto a tempo, poderia ter tirado sua vida.

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Médico se recupera de câncer terminal graças a medicamento em desuso

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Diagnosticado com um tumor inoperável no fígado em 2005, o urologista Rami Seth, de 70 anos, recebeu a notícia de que teria apenas mais algumas semanas de vida.

“Eu queria dizer adeus a meus amigos e minha família, por isso organizei meu próprio velório”, contou Dr. Seth. “Eu disse a eles: ‘alguns de vocês irão ao meu funeral e dirão coisas muito boas sobre mim, mas eu quero ouvi-las agora’, então fizemos uma festa”.

Naquele mesmo ano, porém, seu colega de trabalho Poulam Patel sugeriu uma última alternativa: uma droga anticâncer desenvolvida na década de 1960, que se mostrou eficaz em apenas um de cada cinco pacientes. Além do índice de sucesso baixo, os efeitos colaterais intensos (sono, depressão e perda de consciência) faziam do beta interferon uma aposta arriscada. Como nada mais havia funcionado, ele aceitou o tratamento.

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