O ator global Rodrigo Andrade comemora, além da boa fase profissional, a cura da namorada, a modelo Melina Torres, que foi diagnosticada no ano passado com doença de Hodgkin, um câncer nas células sanguíneas, e desde então vinha se submetendo a quimioterapia.
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Workshop capacita profissionais da saúde e comunidade
Gianecchini sobre o câncer: ‘Foi uma dádiva. Me tornei um cara melhor’
Ator conta que aprendeu a encarar a morte de uma forma diferente depois que o pai morreu em seus braços: ‘Não consigo ver tristeza na morte’
Depois de encarar de frente um câncer raro, Reynaldo Gianecchini garante que aprendeu muito. “Hoje em dia, depois que tudo passou, eu posso dizer que esse processo foi uma dádiva. Foi bonito o tanto que eu aprendi. Eu me tornei um cara muito mais bacana, muito melhor”, contou o ator. “Quando você tem a notícia, você para tudo e nada mais tem importância. Eu fui de uma calma que eu desconhecia. Entrei em um profundo processo de autoanálise do que realmente fazia sentido. É impossível que alguém passe por isso e não aprenda”, disse.
Menina é salva de câncer após receber tratamento com o vírus da AIDS
Após receber tratamento inédito, menina norte-americana foi salva de um tipo de leucemia que sofria ao ser inserido nela um tipo de versão “desligada” do vírus do HIV que reprogramou seu sistema imunológico para combater a doença.
Com câncer, Betty Lago desabafa: “estou em processo de cura”
Há nove meses, enquanto gravava a novela Vidas em Jogo, da TV Record, Betty Lago, 57 anos, sentiu dores na região do abdômen e resolveu ir ao médico. Foi então que descobriu que estava com um câncer na vesícula e começou o processo de tratamento.
Saliva do carrapato é a mais nova aliada para o combate ao câncer
A partir da glândula que produz a saliva, cientistas desenvolveram em laboratório uma proteína que mata células cancerígenas. Se tratamento for considerado seguro, testes em humanos serão liberados.
Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo apresentaram um ajudante no combate a alguns tipos de câncer, o carrapato.
Vírus pode destruir células de câncer de mama, diz estudo
Pesquisadores do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center (MSKCC), em Nova York, mostraram nesta segunda-feira, 1 de outubro, que um novo tipo de vírus vaccínia pode ser um grande aliado no tratamento de um tipo de câncer de mama agressivo, o TNBC. As conclusões do estudo apresentado no Congresso Anual do Colégio Americano de Cirurgiões poderia levar a uma terapia mais dirigida contra esta forma mortal da doença.
Mulher expele câncer agressivo ao tossir e não tem mais sinais do tumor
Uma inglesa de 38 anos descobriu que estava com câncer depois de expelir um tumor pela boca enquanto tossia. Um ano depois, os exames já não apontam mais nenhum sinal da doença – ainda é cedo para falar em cura, mas ela já consegue levar uma vida normal ao lado dos seis filhos.
Vacina prolonga vida de paciente com tumor cerebral
Sua forma de tumor cerebral traz um prognóstico brutal – a maioria dos pacientes morre no espaço de um ano após o diagnóstico. Keith Flood, porém, está recebendo o que poderá ser uma vacina inovadora que, segundo os pesquisadores, oferece a possibilidade de preciosos meses extras de vida.
O marido e pai de duas filhas de Ramsey, New Jersey, está participando de um teste clínico no The Valley Hospital, em Ridgewood, no qual está recebendo doses de uma vacina feita do tecido de seu próprio tumor cerebral. Os pesquisadores esperam que as injeções induzam o sistema imune de seu corpo a destruir as células cancerosas.
Estudo avalia eficácia de terapias para Mieloma Múltiplo
Uso combinado dos medicamentos talidomida e dexametasona foi mais eficaz para retardar a progressão da doença em pacientes transplantados, indica pesquisa

Uso combinado dos medicamentos talidomida e dexametasona foi mais eficaz para retardar a progressão da doença em pacientes transplantados, indica pesquisa
São Paulo – Um estudo multicêntrico realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que o uso combinado dos medicamentos talidomida e dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo submetidos a transplante autólogo de medula óssea foi mais eficaz para retardar a progressão da doença do que o uso isolado de dexametasona.
Participaram da pesquisa 213 voluntários atendidos em quatro instituições: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto.




